quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O time da Fé continua vivo!


O São Paulo vivenciou na noite da última quarta-feira, a Batalha dos Aflitos no jogo diante do Náutico. O Tricolor não começou bem, o time de Recife dominou amplamente o primeiro tempo e praticamente não ofereceu chances ao São Paulo que ainda teve dois jogadores expulsos.

Mas na segunda etapa, o time da FÉ que não desiste nunca, mostrou raça, determinação e alma de equipe vencedora. Superando as adversidades apresentadas na partida, o Tricolor obteve uma emocionante vitória, provando que continua vivo na disputa pelo título do Brasileirão.

Sem dúvida, são mais que três pontos, é uma vitória que psicologicamente vai fortalecer muito o grupo do São Paulo para a seqüência da competição, por tudo que envolveu a partida e pelo histórico do Tricolor no campeonato, significa que o único time que pode roubar o lugar do Palmeiras na ponta da tabela é o São Paulo.

domingo, 27 de setembro de 2009

Hernanes: O único detalhe que pode impedir o título do Palmeiras

Terminou mais uma emocionante rodada do campeonato Brasileiro, novamente o grande beneficiado foi o Palmeiras, que conseguiu uma vitória importante diante do Atlético PR no Palestra Itália, contando com os tropeços de São Paulo e Internacional. Com muita água no Beira Rio, o Colorado empatou com o Flamengo, no Morumbi o São Paulo também ficou no empate frente o Corinthians.

Desta forma, o Palmeiras abriu cinco pontos de Goiás, São Paulo e seis do Internacional. Faltam 13 rodadas para o fim do Brasileirão, isso significa 39 pontos em disputa. Fica claro que matematicamente a briga está restrita entre os cinco primeiros colocados. Porém, o Palmeiras está muito bem, o time tem conseguido resultados memoráveis e será muito difícil o Verdão ser ultrapassado, principalmente por conta da irregularidade dos adversários.

Assim, o Palmeiras tem tudo para ser o campeão Brasileiro de 2009!

Acredito que apenas um detalhe pode mudar essa história e o nome dele é o maestro Hernanes do São Paulo. O camisa 10 Tricolor, retornou ao time no clássico do ultimo domingo contra o Corinthians e apesar do resultado do jogo não ter sido muito agradável para os são-paulinos. Serviu para observamos a diferença da qualidade de jogo do São Paulo, quando Hernanes está em campo.

Parece que o tempo que ele ficou em recuperação de cirurgia foi bom, Hernanes ditou o ritmo de jogo do São Paulo, todas as bolas passaram pelos seus pés e nenhum jogador do Corinthians foi capaz de parar o camisa 10, que passava com extrema facilidade pelos seus marcadores.

Caso Hernanes mantenha essa qualidade de jogo nas próximas partidas, ele pode desequilibrar na reta final do Brasileirão. Assim, o São Paulo evoluiria muito dentro da competição, levando o Tricolor ao quarto título do campeonato de forma consecutiva. Essa é a única situação que pode tirar o título do Palmeiras nesta temporada.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Viva o Rádio

Por - Fábio Sinegaglia


Nesta semana comemoramos a Semana do Rádio, este maravilhoso meio de comunicação que completa 85 anos, sempre vivo, atualizado e vibrante na alma e no coração dos ouvintes e amantes. A descoberta do rádio brasileiro se deu pelo padre e cientista gaúcho Roberto Landell Moura, que realizou a primeira transmissão de palavra falada sem fios através de ondas eletromagnéticas, no início das transmissões ouvia-se ópera com discos emprestados dos próprios ouvintes, recitais de poesias, concertos, palestras culturais e outras atrações, oriundas de muito esforço pessoal e de um amor incondicional dos pioneiros da radiodifusão brasileira.

Durante esses 85 anos, o esporte, ganhou um enorme espaço na programação do rádio brasileiro, poderíamos definir rádio esportivo como sendo: toda a transmissão (in loco ou não) de um evento esportivo de qualquer modalidade realizada por uma equipe de profissionais especializada no assunto, sendo esta equipe geralmente formada por um locutor, um comentarista e um ou mais repórteres, ou ainda, programas esportivos apresentados de estúdio.

Mas certamente essa é uma forma muito acadêmica de qualificar o rádio, por isso, prefiro a definição dada por Luiz Fernando Veríssimo: “Quem, como eu, me criei ouvindo aqueles artistas da emoção que irradiavam os jogos, nunca podem aceitar outro estilo de narrar que não fosse o dramático latino. Lembro que na primeira vez em que fui ver um jogo até me decepcionei um pouco. Futebol no campo era emocionante, mas não tanto como no rádio.

Mas nunca perdi a impressão de que quem não transmitir o futebol como um locutor brasileiro, de certa forma o estava traindo. Era inadmissível, por exemplo, que o grito de ‘gol ’ tivesse um só ó”

O rádio esportivo foi se desenvolvendo ao longo dos anos, as transmissões esportivas começaram do início da década de 30, com dois nomes em destaque: Nicolau Tuma e Antônio Pedro Tota. Tuma foi certamente o primeiro gênio da locução esportiva, e até recebeu o apelido de Speaker (nome dado aos locutores de antigamente) Metralhadora pela sua maneira de transmitir. Tuma chegava a falar mais de 250 palavras por minuto e ao fazer uma transmissão.

Em 1938, por ocasião da Copa do mundo de Futebol disputada na França, Gagliano Neto recebeu exclusivamente para a transmissão, ganhando fama por este trabalho, sendo assim a primeira transmissão de Copa do Mundo do Rádio Brasileiro.

Posteriormente o compositor e narrador Ary Barroso, o Speaker da gaitinha, recebeu este nome porque quando ocorria um gol no jogo em que estava narrando ele assoprava uma gaitinha. Esta idéia surgiu porque na época não havia cabines de transmissão e, num jogo que ele ouviu em sua casa, ao terminar a partida, tinha certeza de um resultado e, no outro dia ao ler o jornal ele se surpreendeu com outro placar, diferente daquele que ele ouviu durante a transmissão da partida.

Foi então que verificou a necessidade em ter um som diferenciado para mostrar que havia ocorrido um gol. Foi desta gaitinha de Ary Barroso que se originou nos dias de hoje as vinhetas para serem colocadas no ar quando ocorre um gol, ou ainda, cada locutor criou sua maneira de narrá-los.

Os locutores acima citados podem ser considerados os pioneiros do rádio, mas não podemos deixar de citar outros nomes que fizeram e fazem o rádio esportivo: Podemos listar nomes como Pedro Luiz Paolollo, Edson Leite, Oduvaldo Cozzi, Jorge Cury, Geraldo José de Almeira, José Carlos de Araújo (o “Garotinho”), Osmar Santos, Fiori Giglioti, Joseval Peixoto, José Silvério, Geraldo Tassinari, Luciano do Valle, Silvio Luiz, Nilson Cesar, e Edér Luiz como os mais perfeitos e vibrantes locutores esportivos destes 85 anos de rádio, tornando as narrações esportivas uma das grandes atrações do rádio.

sinegaglia@uol.com.br

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Palmeiras teve ajuda da arbitragem para vencer o Cruzeiro


O Palmeiras conquistou uma vitoria importante na noite da última quarta-feira, 23, no Mineirão diante do Cruzeiro, 2x1 e de virada.


Desta forma, o Verdão assume de forma isolada a liderança do campeonato Brasileiro. Porém, o resultado não corresponde à realidade, o Cruzeiro jogou um futebol melhor, no entanto, não soube aproveitar as oportunidades e a péssima arbitragem influenciou sim no marcador.

Evandro Rogério Roman foi desastroso durante a partida, deixou de marcar três pênaltis para o Cruzeiro. E não foram penalidades difíceis de serem marcadas, pelo contrario, lances claríssimos.


Em outras épocas diríamos que o resultado teria sido fabricado.

sábado, 19 de setembro de 2009

O Frustrante Internacional

No início da temporada o Internacional foi eleito por todos como o principal time do futebol brasileiro. Afinal, a diretoria do Colorado montou uma verdadeira constelação, um elenco muito forte que contava até então com Nilmar, D’Alessandro, Kleber, Taisson, Andrezinho, entre outros. Porém, o Inter, que começou bem o campeonato Brasileiro, decepcionou na Copa do Brasil.

Evidentemente que perder a final de um campeonato para o Corinthians não é nenhum demérito. Pelo contrario, o Timão tinha um ótimo time, no entanto, a maneira que o Internacional caiu diante do Corinthians foi vexatória. Uma equipe totalmente fragilizada psicologicamente e sem poder de reação.

Nilmar foi negociado com o futebol do exterior como já era previsto, sempre muito competente nas contratações, a diretoria do Colorado reforçou bem o time, com as chegadas de Edu e Alan Kardec para o ataque.

Mas, o filme se repete no Beira Rio, quando o time precisa entrar em campo para decidir, conquistar uma vitória para assim assumir a ponta da competição, a equipe não consegue jogar.

Foi desta forma contra o Cruzeiro dentro de casa e mais uma vez, quando o torcedor do Internacional imaginava que acordaria na segunda-feira, líder do Brasileirão, o Colorado novamente, perde a oportunidade, com a derrota sofrida para o Vitória no Barradão.

É claro que não é nenhuma tragédia perder para o Vitória no Barradão, poucas equipes conseguem pontos lá. No entanto, um time que busca o título, não pode sair de Salvador sem conquistar pelo menos um pontinho.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

“Quando as comadres brigam as verdades aparecem”

Por - Fábio Sinegaglia


Em algumas cidades do interior do Estado de São Paulo a frase “Quando as comadres brigam as verdades aparecem” é usada diariamente nas conversas nas praças, bares, esquinas, entre outros, mas uma vez a voz do povo foi sábia, neste caso a briga foi entre comadres poderosas: de um lado a comadre Flávio Briatore (dono de uma arrogância sem tamanho) e do outro lado a Família Piquet (Piquet pai - dono de muito dinheiro e Piquet Junior - carente de talento).

Tudo começou no dia 28 de setembro do ano passado, em Cingapura, quando Nelsinho Piquet, piloto da Renault, teria recebido uma ordem do chefe Flávio Briatore para bater e provocar uma bandeira amarela, o que beneficiaria Fernando Alonso (o outro piloto da equipe francesa), pois bem, a batida ocorreu e a bandeira amarela também e o final da história é que o espanhol triunfou no GP de Cingapura do ano passado.

Pois bem, a estória se manteve em sigilo por quase um ano, porém no começo do mês de Setembro deste ano, o plano mirabolante se tornou conhecido da imprensa internacional e conseqüentemente o fato ganhou espaço no mundo todo. E assim as questões são as a seguintes: Quem é o culpado? Quem errou? E agora? As respostas para essas perguntas são: Todos erraram, todos são culpados! Quanto à terceira pergunta: (E agora?), eu particularmente gostaria de ver todos os envolvidos bem longe do esporte.

O primeiro ponto que surgiu depois de todo o fato noticiado foi uma comparação entre as facilitações que o Rubinho fazia para o Michael na Ferrari e o fato ocorrido no GP da Cingapura com o Nelsinho. Uma coisa não tem nada haver com a outra, pois o Rubinho só prejudicou ele mesmo, já o Nelsinho mudou a história da Fórmula 1 em 2008, pois se não fosse aquela bandeira amarela provavelmente o Hamilton não terminaria a prova em terceiro lugar, ou seja, marcaria menos pontos naquela corrida e não seria campeão por um ponto.

O segundo ponto é para onde vão os envolvidos: Briatore deixou nesta quarta feira (16 de Setembro) o comando da equipe francesa e disse "Eu estou apenas tentando salvar time", já Nelsinho Piquet só contou toda a história apenas depois que foi mandado embora da equipe devido aos seus péssimos resultados na Fórmula 1 deste 2008.

Nelsinho em declaração entregue à FIA essa semana afirmou que só bateu pois estava "mentalmente frágil", essa é uma das desculpas mais sem pé nem cabeça da história do esporte, até porque por trás do Nelsinho sempre esteve seu pai, um das pessoas mais experientes do mundo da Fórmula 1.

Por isso a declaração não se justifica. Por hora todos estão sem lugares na Fórmula 1 e que assim seja por muito tempo. Esse tipo de atitude não merece lugar em esporte algum. O mais curioso nessa confusão toda é que o Nelsão sempre falou e criticou muito o Rubinho em relação a submissão dele com relação a Ferrari e ao Shumi, e agora olha o filhote dele.

Esse é mais um fato que deixa uma enorme mancha na história da categoria, mas felizmente temos quatro emocionantes Grandes Prêmios até o final desta temporada e por que não acreditar em um título do Rubinho, e se esse título vier será um grande “ Cala Boca “ em muita gente, inclusive na Família Piquet, pois sempre foram críticos severos ao trabalho do Rubinho.

sinegaglia@uol.com.br

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Barueri pode perder principal patrocinador!

Por - Adriano Zini


Enquanto dentro de campo o Barueri vem superando suas expectativas, fora dele não podemos falar o mesmo. Um dos principais patrocinadores da equipe deve suspender seu apoio ao time.

Mesmo sem ter estampado sua marca na camisa, a operadora de plano de saúde AMIL é uma das maiores parceiras da equipe barueriense. O motivo do rompimento seria o mesmo que está gerando o descontentamento da Prefeitura local: a transformação do Grêmio Barueri em uma Ltda.

Lembrando que tudo isso começou quando o MP pediu a desvinculação total do time ‘Barueri’ do Poder Público Municipal. Em uma nota oficial a imprensa (http://www.futebolinterior.com.br/news.php?id_news=89903) o então Presidente Walter Jorqueira Sanches, disse que havia transformado a ONG Grêmio Barueri, do futebol profissional, em Grêmio Barueri Ltda, acatando orientação do Tribunal de Contas do Estado e do próprio Ministério Público.

Por outro lado, o prefeito Rubens Furlan queria que ao invés de uma empresa, o Grêmio se transformasse num clube, com associados, conselheiros e um estatuto.